Ganda Lisboa
Um rótulo que carrega uma parte da história da cultura de Portugal. O rinoceronte Ganda chega em Lisboa, enviado como presentei para o Rei. No balão retrata-se o padrão mais popular da típica calçada portuguesa.
Código do produto: DPT100GF
EAN: 5600219706110
DUN: 65600219706112
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Tipo: Tinto Seco
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Varietal: Aragonês 33% Castelão 33% Syrah 34%
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Produtor: Ganda
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Terroir: Lisboa
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País: Portugal
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Safra: 2021
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Teor Alcoólico: 13%
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Volume: 750mL
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Temperatura de Serviço: 16º à 18ºC
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Maturação: 3 meses em barrica de carvalho
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Visual: Coloração rubi intensa.
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Olfativo: No nariz apresenta notas de frutas vermelhas, como cereja e framboesa, com nuances de cacau.
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Gustativo: Em boca é equilibrado, com sabor frutado intenso e final longo e agradável.
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- Seleção final dos cachos;
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- Desengace;
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- Fermentação alcóolica em temperatura controlada com leveduras selecionadas;
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- Estágio de 3 meses em barricas de carvalho;
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- Estabilização;
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- Engarrafamento.
Laudo técnico
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Teor Alcóolico: 13% V/V
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pH: 3,04
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Açúcar Residual: 2 g/L
Priscila Dal Lago | Enóloga e Eng. Agrônoma
Harmonizar vinho e comida é uma arte que têm como objetivo aproveitar o melhor que os dois mundos tem a oferecer, equilibrando as características de ambos, completando suas qualidades e elevando o nível da experiência em termos de aromas, sabores e texturas.
Para acompanhar este rótulo, petiscos e opções práticas são certeiras para esta harmonização. Você pode apostar em uma tábua de frios, com queijos e embutidos. Outra ótima opção podem ser pizzas com coberturas de carnes ou queijos.
A dinâmica da degustação aguça os sentidos e você pode ter uma experiência ainda melhor combinando este vinho com os seguintes pratos:
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Carnes Vermelhas
Pizzas
Queijos
O vinho Ganda é inspirado na história das calçadas portuguesas. Em 1514, Dom Afonso de Albuquerque recebeu um presente inusitado de outro rei, um rinoceronte fêmea conhecido pelo nome Ganda. Dom Manuel decidiu então realizar um desfile com os animais exóticos que possuía. Para proteger o suntuoso animal da lama das ruas, acredita-se que o rei ordenou a construção de calçadas, surgindo assim o tradicional calçamento português.